O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (3) que forças estadunidenses realizaram ataque militar contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. Segundo Trump, a operação teria sido bem-sucedida e resultou na retirada do líder venezuelano do país.
A ação deixa em alerta os integrantes da comunidade venezuelana que moram e trabalham ou estudam em Foz do Iguaçu e na tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.
Os venezuelanos são um grupo significativo de imigrantes no município, buscando refúgio e oportunidades de trabalho – muitos são empregados para atuar especialmente em supermercados, além dos estudantes da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA).
As estimativas indicam que a comunidade venezuelana é uma das maiores nacionalidades estrangeiras em Foz do Iguaçu, perdendo apenas para paraguaios. Entre eles estão profissionais qualificados trabalhando em serviços diversos, mas enfrentando desafios como a desvalorização de suas qualificações.
Trump confirma
A declaração de Trump foi feita por meio de uma publicação nas redes sociais, na qual o presidente dos EUA não detalhou as circunstâncias da ação nem o local para onde Maduro teria sido levado. Ainda de acordo com Trump, a operação envolveu forças de segurança americanas.
Explosões foram registradas durante a madrugada em Caracas e em outras regiões da Venezuela, elevando a tensão política e militar no país. O episódio representa uma escalada inédita no confronto entre os governos de Washington e Caracas.
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O governo até o momento não reconheceu a captura do presidente e declarou estado de emergência. Autoridades do país exigiram esclarecimentos e contestaram oficialmente a versão apresentada pelos Estados Unidos, cobrando uma prova de vida de Maduro..
A ofensiva gerou repercussão internacional e reações de líderes estrangeiros, que demonstraram preocupação com os impactos políticos, diplomáticos e humanitários do episódio. O presidente Lula (PT) repudiou os ataques que, segundo ele, representam uma violação do direito internacional e abre porta para mais violência.
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