Luiz Geraldo Mazza, o nosso eterno Mazza, estaria completando 95 anos de uma vida dedicada à inteligência, à escrita e, acima de tudo, à convivência. Falar de Mazza é falar da alma de Curitiba.
Jornalista de fôlego raro e mestre das palavras, ele trazia para o balcão e para as mesas do nosso bar a mesma elegância e precisão com que conduzia seus textos. Para muitos, ele era a voz da notícia; para nós, ele era o amigo fiel que todos os sábados “batia o ponto” com a pontualidade dos apaixonados pela vida.
Para o Paraná, ele foi o gigante do jornalismo. Para nós, aqui no Bar do Dante, ele era o amigo cordial de todos os sábados.
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O ritual era sagrado: começava com aquele aperitivo de maracujá para abrir o apetite e seguia com a nossa feijoada completa, sempre acompanhada de uma cerveja gelada e conversas que valiam por aulas de história.
Nesta data simbólica, o seu neto, também jornalista Luiz Geraldo Mazza Neto, traduz o sentimento que nos une:”Celebrar os 95 anos do saudoso “Lulu” é honrar uma vida de dedicação e luz. Sua existência e seu legado permanecem vivos no coração de todos nós!”
Mazza Neto, ao seguir os passos do avô, reafirma que o DNA do bom jornalismo e da boa boemia permanece em família. Nós, do Bar do Dante, erguemos hoje um brinde, mas profundo. A cadeira pode estar vazia, mas a energia do Mazza continua presente em cada canto, no aroma da feijoada e na memória de cada sábado compartilhado.
Parabéns, mestre Mazza. Por aqui, a sua história continua sendo escrita, entre uma conversa e outra, no seu refúgio preferido.
Luiz Geraldo Mazza (1931–2026)
95 anos de uma luz que nunca se apaga.
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