Coleta de DNA é realizada com 775 custodiados em unidades penais da região de Foz do Iguaçu

Ação da Polícia Penal e da Polícia Científica busca ampliar o Banco Nacional de Perfis Genéticos para apoio a investigações criminais em todo o país

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Foto: PPPR

A Polícia Penal do Paraná (PPPR) e a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) realizaram a coleta de material genético de 775 pessoas privadas de liberdade em unidades penais da região de Foz do Iguaçu. A iniciativa integra a estratégia de ampliação do Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), utilizado para subsidiar investigações criminais em todo o país.

A força-tarefa foi realizada na Cadeia Pública de Medianeira e nas Penitenciárias Estaduais de Foz do Iguaçu II (PEF II), III (PEF III) e IV (PEF IV). Além das coletas, dez policiais penais passaram por capacitação para realizar o procedimento, com o objetivo de ampliar a autonomia das equipes e garantir a continuidade da coleta de perfis genéticos nas unidades prisionais.

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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Paraná, os perfis genéticos coletados são inseridos no BNPG e podem ser comparados com vestígios encontrados em cenas de crime, auxiliando na identificação de suspeitos, no cruzamento de informações entre diferentes ocorrências e no avanço de investigações, inclusive de casos antigos.

A coleta de DNA é prevista para pessoas privadas de liberdade que se enquadram nos critérios estabelecidos pela legislação. Segundo o governo estadual, a ação faz parte de um programa permanente desenvolvido em parceria entre a Polícia Penal e a Polícia Científica para fortalecer o banco nacional e ampliar o uso de evidências genéticas nas investigações criminais.


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