Leia na coluna Palavra Livre, de Zé Beto Maciel, Luiz Filho, Maria Tereza Vasquez e Gustavo de Aquino
Quem ganha
A eleição de 2028 passa pelos deputados Vermelho (PL), Matheus Vermelho (PL) e Paulo Mac Donald Ghisi (PP) e pela deputada eleita Yasmin Hachem (PT). Vermelho pai e filho foram reeleitos – 72.166 votos e 51.316 votos – Paulo Mac Donald (45.276 votos) e Yasmin Hachem (43.343 votos). Nota-se, a musculatura de Paulo Mac Donald: 43.208 votos em Foz do Iguaçu.
Quem perde
Deoclécio Duarte (UB), Chico Brasileiro (PSDB), Airton José (MDB), Ricardo Nascimento (PSD) e Valentina (PT) terão que rever as estratégias para continuar tendo relevância política. Deoclécio (11.568 votos), Ricardinho (15.842 votos), Chico Brasileiro (14.302 votos) e Airton José (5.013 votos) e Valentina (12.926 votos).
Ganha II
Os deputados Vermelho, pai e filho, devem assumir o comando do PL de Foz do Iguaçu hoje com o prefeito Silva e Luna na presidência. Os Vermelho tem apoio do vereador Adriano Rorato (PL). Cabo Cassol (PL) fez 20.071 votos para deputado estadual e também ganhou importância na eleição da Câmara Municipal de Vereadores, hoje presidida por Paulo Debrito (PL). Sidnei Prestes fez 3.585 votos para deputado estadual e Dr. Ranieri Marchioro (Republicanos) fez 5.298 para deputado federal.
Lenga-lenga
Foz do Iguaçu voltou a ter três representantes na Assembleia Legislativa: Matheus Vermelho (PL), Paulo Mac Donald Ghisi (PP) e Yasmin Hachem (PT). A última vez que Foz elegeu três deputados foi em 2006 com Dobrandino da Silva, Reni Pereira e Chico Noroeste. A eleição de Matheus, Paulo e Yasmin deve acabar com a lenga-lenga da falta de representatividade política no Estado.
Novo vereador
Luiz Henrique (PT), 1.790 votos em 2024, vai assumir a vaga de Yasmin Hachem (PT) a partir de 1º de fevereiro de 2027. Yasmin se cacifou para assumir a presidência do diretório municipal de Foz do Iguaçu. Paulinho da Saúde (PP) – 1.738 votos nas eleições de 2024 – deve assumir a vaga de Beni Rodrigues (PP) – enrolado no julgamento da Operação Pecúlio.
Fora
Professora Angela (Psol) fez 65.776 votos e não se elegeu porque seu partido não fez a votação necessária para conseguir uma vaga na Assembleia Legislativa. Não conseguiram a reeleição: Márcia Huçulak (PSD), Cantora Mara Lima (Republicanos), Dr. Leônidas (PP), Marli Paulino (PSD), Tercílio Turini (MDB), Luís Corti (PSD), Evandro Araújo (PSD), Samuel Dantas (PL) e Jairo Tamura (PL).
Fora II
Roberto Requião (PDT) fez 79.921 votos e não se elegeu porque seu partido não fez a votação necessária para garantir uma vaga na Câmara dos Deputados. Ficaram fora da Câmara (não se reelegeram): Luísa Canziani (UB), Luiz Nishimori (PSD), Luciano Ducci (PSB), Dilceu Sperafico (PP), Beto Richa (PSDB), Diego Garcia (UB), Tadeu Veneri (PT), Rodrigo Estacho (PSD) e Welter (PT)
Fora III
Deputados estaduais que disputaram a Câmara Federal e não conseguiram se eleger: Marcelo Rangel (PSD), Gilson de Souza (PSD), Luciana Rafagnin (PT), Tito Barrichelo (PL), Cristina Silvestri (PSD), Cloara Pinheiro (PSD) e Márcio Pacheco (Republicanos). Suplentes que também não conseguiram: Marco Brasil (PSD), Stephanes (PL) e Luciano Alves (Podemos) que fez 704 votos.
Segundo turno
O apoio do PSD e MDB a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno passa por cargos no primeiro e segundo escalões do governo Sérgio Moro (PL), da eleição da Mesa diretora da Assembleia Legislativa e dos cargos federais do governo federal no Paraná, entre eles, as diretorias e o conselho da Itaipu Binacional.
Na coordenação
A deputada Gleisi Hoffmann (PT) – quarta colocada na eleição ao Senado – deve assumir a coordenação da campanha de Lula (PT) no segundo turno no Paraná. Lula fez 31,2% dos votos válidos (2.054.597 votos) e o PT espera aumentar em pelo menos cinco pontos esse percentual no estado.
Expectativa
Adversários de Deltan Dallagnol (Novo) – eleito senador – esperam ainda que o TSE venha cassar o registro de sua candidatura e anular os votos que o elegeu. Dessa forma, os paranaenses voltam às urnas, provavelmente no ano que vem, para uma eleição suplementar ao Senado. Os prováveis candidatos já se assanham para uma nova disputa.
Alívio
Sem muita euforia, mas aliviados, os apoiadores do vereador Mário Verri (PT) comemoraram sua eleição para deputado estadual. O vereador, irmão do presidente da Itaipu Binacional, Enio Verri, recebeu 45.047 votos. A expectativa era o dobro dessa votação.
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