Volume registrado nesta segunda-feira (12) foi de 11,8 milhões de litros por segundo, quase oito vezes superior à média histórica; passarela principal e duas trilhas estão interditadas preventivamente
As Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, registraram a maior vazão de água de 2026 na manhã desta segunda-feira (12). Às 7h, o volume do Rio Iguaçu chegou a 11,8 milhões de litros por segundo, quase oito vezes acima da média histórica, estimada em 1,5 milhão de litros por segundo.
Imagens exibidas pelo g1 mostram a força das quedas d’água após as chuvas registradas nos últimos dias na bacia do Rio Iguaçu. O aumento do volume levou à adoção de medidas preventivas para garantir a segurança dos visitantes do Parque Nacional do Iguaçu.
A passarela que permite aos turistas se aproximarem das quedas está interditada desde a manhã de domingo (11), quando a vazão atingiu 8,8 milhões de litros por segundo. Os caminhos das Bananeiras e do Poço Preto também foram temporariamente fechados devido ao risco de alagamentos.
Apesar das restrições, o Parque Nacional do Iguaçu permanece aberto à visitação. A Trilha das Cataratas e os mirantes continuam acessíveis ao público.
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Reabertura depende da redução da vazão
A concessionária Urbia+Cataratas e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão da unidade de conservação, monitoram as condições do rio. Ainda não há previsão para a reabertura da passarela.
A liberação do acesso dependerá da redução do volume de água a níveis considerados seguros e da avaliação das condições meteorológicas e hidrológicas.
O aumento da vazão está relacionado às chuvas na bacia do Rio Iguaçu, que percorre diferentes regiões do Paraná antes de chegar a Foz do Iguaçu. A intensidade do fluxo pode provocar alagamentos em estruturas próximas ao leito do rio, motivo pelo qual os acessos são fechados preventivamente durante períodos de cheia.
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