A preservação das Cataratas do Iguaçu e a criação do Parque Nacional do Iguaçu tiveram a contribuição direta de Santos Dumont, um dos maiores nomes da história brasileira. No início do século XX, o aviador visitou a região e ficou impressionado com a grandiosidade das quedas d’água, que à época estavam ameaçadas pela exploração privada.
Durante a visita, Santos Dumont constatou que grande parte da área das Cataratas pertencia a particulares e estava sujeita a projetos que poderiam restringir o acesso público e comprometer a integridade ambiental do local. Diante disso, passou a defender a necessidade de proteção da região como patrimônio natural.
Sensibilizado, o aviador utilizou sua influência política e prestígio nacional para pressionar autoridades a desapropriarem as terras e garantirem a preservação das Cataratas. A mobilização contribuiu para que, anos mais tarde, a área fosse incorporada ao patrimônio público.
O esforço resultou na criação do Parque Nacional do Iguaçu em 1939, assegurando a conservação de uma das maiores reservas de Mata Atlântica do Brasil e o acesso público às Cataratas, hoje reconhecidas mundialmente como Patrimônio Natural da Humanidade.
A atuação de Santos Dumont na região consolidou seu legado não apenas como pioneiro da aviação, mas também como defensor do meio ambiente e do interesse público, deixando uma marca permanente na história de Foz do Iguaçu e do país.
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