Ronildo Pimentel Zé Beto Maciel
Diário de Foz H2Foz
A ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) – deputada federal e pré-candidata do PT ao Senado – aponta uma conjuntura política favorável ao campo da centro-esquerda no Paraná que já conta com os partidos da Federação Brasil Esperança (PT, PV e PCdoB), PDT e Psol e busca resolver nesta próxima semana a adesão do PSB à frente que tem o deputado Requião Filho (PDT), pré-candidato ao governo do Estado nas eleições de outubro.
“As nossas candidaturas são uma alternativa séria para o Paraná. E sinto que o nosso pessoal está muito animado. Hoje, já estamos com PT, PCdoB, PV, PDT, Psol. Estamos conversando também com o PSB para uma frente de partidos que não se formou em 2022 para dar base à aliança do presidente Lula (PT)”.
“Eu estou muito animada com o quadro. Acho que temos que aproveitar esse momento para realmente fortalecer esse campo e disputar a eleição para valer”, disse Gleisi neste sábado (28) no encontro que reuniu mais de 200 lideranças regionais em Foz do Iguaçu.
O atual momento, segundo Gleisi Hoffmann, mostra a desorganização do campo da direita e uma oportunidade para a centro-esquerda.
Leia também
“A gente tem que saber usar essa oportunidade para se fortalecer. E é isso que estamos tentando fazer. Reunindo o nosso time, a nossa militância, o pessoal para fortalecer”, apontou.

Eleiçoes
Gleisi Hoffmann reforçou a importância de trazer o PSB à aliança estadual com o PT, PV, PCdoB, PDT e Psol. ” Isso é um fator muito importante.Nós estamos conversando tanto com a direção local como com a direção nacional e eu acho que semana que vem a gente define esse quadro”.
A deputada afirmou que ainda não foi formada a chapa completa para as eleições de outubro – faltam a escolha do segundo candidato ao Senado e a vice na chapa ao governo do Estado. “Agora eu não sei bem quem vão ser os candidatos. Tem gente que quer ser, mas os partidos ainda não definiram. Depois de definida é que a gente pode fazer uma avaliação desse quadro”.
O racha na direita com a desistência do governador Ratinho Júnior (PSD) da pré-candidatura à presidência da República e da filiação do senador Sérgio Moro no PL como pré-candidato a governador.
“É uma oportunidade porque o fato do governador não ter definido ainda (o pré-candidato ao governo) mostra uma fragilidade desse campo e o crescimento da extrema-direita que é muito ruim para o Paraná”.
“Tem uma oportunidade para a gente firmar a nossa campanha, firmar as nossas candidaturas, fazer um embate com a extrema-direita e ser uma alternativa de fato ao governo do Estado”.
“Não tenho dúvidas que vamos eleger o governador, dois senadores e uma boa chapa de deputados federais e estaduais. Vamos trabalhar muito, divulgar as coisas que a gente tem, fazendo com que as pessoas saibam o que está acontecendo. Esse é o nosso propósito”, completou.
Confira notícias de Foz do Iguaçu no Facebook do Diário de Foz e no Instagram do Diário de Foz
