Estudo aponta a presença humana nas Cataratas do Iguaçu a aproximadamente seis mil anos

Pesquisa conduzida por arqueólogos argentinos identificou vestígios em áreas próximas às quedas d’água e reforça a ocupação pré-histórica da região

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Foto: Divulgação Urbia+Cataratas

Um estudo arqueológico conduzido por pesquisadores da Universidade Nacional de La Plata (UNLP) e do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas da Argentina (Conicet) confirmou que a região das Cataratas do Iguaçu foi ocupada por grupos humanos há aproximadamente seis mil anos, muito antes da chegada dos europeus ao continente.

A pesquisa analisou materiais encontrados em nove sítios arqueológicos localizados em áreas próximas às quedas, incluindo ilhas e trechos que hoje integram o Parque Nacional do Iguaçu. Entre os vestígios identificados estão instrumentos de pedra e outros artefatos que indicam o uso contínuo do território por populações pré-históricas.

De acordo com os pesquisadores, os achados demonstram que a área já era frequentada para circulação e exploração de recursos naturais milhares de anos antes do registro histórico da presença europeia, no século XVI.

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O estudo contribui para ampliar o conhecimento sobre a ocupação humana antiga na região da tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

A pesquisa amplia o entendimento sobre a ocupação pré-histórica na tríplice fronteira e destaca a relevância histórica e cultural das Cataratas do Iguaçu, além de sua reconhecida importância ambiental e turística.


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