O Paraná alcançou destaque na redução da gravidez na adolescência, liderando entre os estados da Região Sul e ocupando a segunda posição no ranking nacional. Os dados refletem uma tendência de declínio nas taxas de gestação entre meninas e adolescentes, atribuída a políticas públicas voltadas à saúde sexual e reprodutiva, à ampliação do acesso a informações e métodos contraceptivos e a ações educativas em escolas e serviços de saúde.
A redução da gravidez na adolescência é acompanhada por indicadores que apontam maior participação de adolescentes em programas de planejamento familiar, além de iniciativas de atenção integral à saúde da mulher nos serviços públicos. A manutenção de redes de apoio e a oferta de atendimento qualificado contribuem para a conscientização e prevenção entre a população jovem.
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Especialistas em saúde pública afirmam que os resultados refletem o impacto de ações coordenadas entre as áreas de educação, saúde e assistência social, enfatizando a importância de estratégias integradas para promover escolhas informadas entre adolescentes e reduzir fatores de vulnerabilidade. A proximidade com a reforma curricular que inclui educação sexual nas escolas também é citada como um elemento que favorece a queda das taxas.
Apesar dos avanços, gestores e profissionais da área destacam a necessidade de sustentar e ampliar os programas existentes, mantendo o foco em intervenção precoce, acesso a métodos preventivos e apoio contínuo às adolescentes. A redução da gravidez na adolescência é vista como um indicador relevante de bem-estar social e de oportunidades de desenvolvimento para jovens no estado.
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