Puerto Iguazú estuda lei para proibir serviços de transporte por aplicativos

Prefeito e Câmara municipal planejam legislação específica para impedir operação de plataformas como Uber na abrangência municipal

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Taxistas protestaram contra os serviços de transporte por aplicativo em Puerto Iguazú, na Argentina (Foto: Norma Devechi/Gentileza El TErritorio)

O município argentino de Puerto Iguazú, que é unido a Foz do Iguaçu pela Ponte Tancredo Neves, avalia criar uma lei que proíba o funcionamento de aplicativos de transporte, como Uber, após a Justiça local decidir que a atividade é privada e não configura serviço público.

O prefeito Claudio Filippa afirmou que o município tem autoridade para regulamentar o setor e garantiu que novas normas serão elaboradas para proteger motoristas de táxi e moradores.

O presidente da Câmara, Carlos Ríos, classificou o tema como urgente e disse que a proposta será uma das prioridades da legislatura de 2026.

Enquanto isso, vereadores se dividem: Fabián De Sá defende a operação de aplicativos como benefício à população, e Alejandro Verón defende regras que atendam a toda a comunidade, incluindo a revisão de licenças de táxi e o combate a irregularidades no setor.

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A discussão reflete o descontentamento de taxistas locais, que criticam a presença e uso de aplicativos em Foz do Iguaçu, no Brasil, e pedem igualdade na regulamentação dos serviços de transporte na região.


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