Restrição a ônibus de turismo na Ponte da Amizade gera reação do trade turístico em Foz do Iguaçu

Mudança na circulação fronteiriça preocupa empresários, que apontam impactos na logística e na atividade turística

A Ponte da Amizade na fronteira mais movimentada do Brasil
Vista aérea da Ponte da Amizade, na fronteira do Brasil com o Paraguai. Ao fundo, Ciudad del Este (Foto: Arquivo/RFB)

A restrição à circulação de ônibus de turismo e fretamento na Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu gerou reação de representantes do trade turístico do município. A medida prevê que esse tipo de transporte deixe de utilizar a principal ligação com Ciudad del Este, no Paraguai, passando a trafegar exclusivamente pela Ponte da Integração.

Empresários e operadores do setor manifestaram preocupação com os impactos da mudança, especialmente na logística de excursões e pacotes turísticos que tradicionalmente cruzam a fronteira pela ponte histórica. Segundo o trade, a alteração pode dificultar o deslocamento de grupos, afetar roteiros consolidados e provocar reflexos negativos no fluxo de visitantes.

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A restrição faz parte do processo de reorganização do tráfego fronteiriço na região, em razão da ampliação da infraestrutura viária e da entrada em operação da Ponte da Integração. A proposta é redistribuir o trânsito entre as pontes e reduzir a sobrecarga na Ponte da Amizade.

Representantes do setor defendem a abertura de diálogo com as autoridades para ajustar a implementação da medida e minimizar possíveis prejuízos à atividade turística, considerada estratégica para a economia de Foz do Iguaçu e da região trinacional.


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