Com o aumento das chuvas na bacia do Rio Iguaçu, a vazão do atrativo na fronteira do Brasil com a Argentina está cinco vezes maior que a média histórica
As Cataratas do Iguaçu, principal cenário do Parque Nacional do Iguaçu, atingiram nesta quarta-feira (2), uma vazão cinco vezes acima da média histórica. O atrativo, na fronteira compartilhada de Brasil e Argentina, registrou mais de 8,3 milhões de litros d’água por segundo.
Desde o dia 31 de agosto, a vazão vem aumentando e atingiu o pico às 13h. O aumento do volume ocorre por conta da chuva na bacia do Rio Iguaçu, que atinge o estado do Paraná por possíveis sinais da influência do fenômeno El Niño.
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A passarela com vista para a Garganta do Diabo permaneceu aberta para visitação, assim como a Trilha das Cataratas e demais atrativos do parque.

A equipe técnica da concessionária Urbia+Cataratas, empresa responsável pela gestão da visitação turística no Parque Nacional do Iguaçu e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), seguem monitorando e avaliando em tempo real a situação do rio Iguaçu, na região das Cataratas do Iguaçu.
Sobre o Parque Nacional do Iguaçu — A gestão de visitação turística do Parque Nacional do Iguaçu é feita pela concessionária Urbia+Cataratas.

Administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Parque é reconhecido como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO e é referência internacional em turismo sustentável e conservação da biodiversidade.
Também é considerada uma das principais atrações do Brasil e da América Latina, segundo usuários do Tripadvisor no Prêmio Best of the Best 2026.

Créditos das imagens: Urbia+Cataratas/Eagle Eye Company
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