Crescimento da produção exige maior investimento em vacinação, biosseguridade e monitoramento sanitário, tema que estará em debate na programação do evento
O avanço da piscicultura brasileira vem ampliando a necessidade de estratégias preventivas para reduzir perdas, melhorar a produtividade e permitir uma produção mais sustentável. A avaliação é da coordenadora técnica nacional da Unidade de Negócio de Aquicultura da MSD Saúde Animal, Talita Morgenstern, que defende o fortalecimento de programas de vacinação, biosseguridade e monitoramento sanitário como prioridades para acompanhar o crescimento da atividade. O tema estará entre os destaques do International Fish Congress & Fish Expo Brasil (IFC Brasil 2026), de 2 a 4 de setembro, em Foz do Iguaçu, no Paraná.
“À medida que a piscicultura evolui e a produção se intensifica, a prevenção se torna cada vez mais estratégica. A combinação de vacinação, monitoramento sanitário, diagnóstico e boas práticas de manejo permite reduzir perdas, melhorar o desempenho produtivo e fortalecer a sustentabilidade da atividade”, diz Talita. Segundo ela, a integração dessas ferramentas também contribui para ampliar a competitividade da cadeia aquícola e atender às exigências dos mercados consumidores.
Por isso, durante o IFC Brasil 2026, a MSD Saúde Animal também abordará o papel da inovação na prevenção e no controle de doenças na aquicultura. “A combinação de ferramentas com o suporte técnico e as boas práticas de manejo favorece a redução de perdas produtivas, o bem-estar dos peixes e a sustentabilidade da atividade. A inovação se fortalece quando ciência e setor produtivo trabalham de forma conectada”, ressalta a coordenadora técnica. Nesse cenário, a empresa levará ao evento sua linha Aquavac, que auxilia na prevenção de importantes desafios sanitários da tilapicultura, e soluções voltadas ao manejo da qualidade da água, à higiene e à biosseguridade das pisciculturas.
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Para a CEO do IFC Brasil 2026, Eliana Panty, aproximar ciência, empresas e produtores é essencial para acelerar a adoção de soluções inovadoras. “O IFC foi concebido para transformar conhecimento em aplicação prática. Ao reunir especialistas, pesquisadores e o setor produtivo, criamos um ambiente de discussão capaz de antecipar tendências e contribuir para o desenvolvimento sustentável da aquicultura brasileira”, afirma.
O presidente do IFC Brasil, Altemir Gregolin, destaca que o fortalecimento da piscicultura passa pela incorporação de tecnologia, inovação e conhecimento científico ao dia a dia da produção. “Esse diálogo entre pesquisa, empresas e produtores é fundamental para aumentar a competitividade do setor e consolidar o Brasil entre os grandes produtores mundiais de pescado”, diz.
Apoio e patrocínios
A 8ª edição do IFC Brasil – International Fish Congress & Fish Expo Brasil é correalizada pela Fundep (Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-graduação), Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), UFPR (Universidade Federal do Paraná) e a sua Fundação, a Funpar. O IFC Brasil 2026 tem o patrocínio do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), da Itaipu Binacional, Apex Brasil, MPA (Ministério da Pesca e Aquicultura) e do Governo Federal.
O IFC Brasil tem o apoio institucional da Abipesca (Associação Brasileira das Indústrias de Pescados), Peixe BR (Associação Brasileira da Piscicultura), Unila (Universidade Federal da Integração) e Sistema Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná).
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