Operação da PF em Foz do Iguaçu mira suspeitos de caça ilegal no Parque Nacional do Iguaçu

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Foto: Divulgação

Operação Pyhare, que contou com apoio do ICMBio, cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Foz do Iguaçu

A Polícia Federal, nesta terça-feira, 1º de setembro, deflagrou a Operação Pyhare, para o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Foz do Iguaçu/PR. A ação é resultado de investigação sobre a prática reiterada de caça ilegal no interior do Parque Nacional do Iguaçu.

A investigação teve início após a prisão em flagrante de dois homens, em 6 de junho de 2026, na região da Linha Santo Alberto, no interior do Parque Nacional. Na ocasião, os suspeitos foram abordados em ação integrada da Polícia Militar Ambiental e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Com eles foram apreendidos dois rifles calibre .22, 62 munições intactas e diversos equipamentos utilizados para caça noturna de animais silvestres, como lanternas de alta potência, redes de descanso camufladas e mira óptica.

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Com o avanço das investigações, foram reunidos elementos indicando que os investigados realizavam incursões armadas no Parque Nacional de forma reiterada, ao menos mensalmente, desde o início de 2026.

No início da manhã desta terça, equipes da PF e ICMBio cumpriram dois mandados de busca e apreensão, resultando na apreensão de documentos, celulares, apetrechos e roupas para caça, materiais para a montagem de jirau na mata, além de carne congelada que será submetida a perícia genética.

O termo “pyhare” significa noite ou escuridão em guarani. Alude diretamente ao modus operandi dos investigados. As provas indicam que as incursões na mata ocorriam no período noturno, com os suspeitos equipados com lanternas de alta potência, mira óptica (red dot) e redes de descanso camufladas para pernoite.


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