Parque das Aves promove exposição sobre espécies ameaçadas da Mata Atlântica

Ação convida visitantes a refletirem sobre os impactos da perda da biodiversidade e formas de contribuir com a conservação

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Foto: Divulgação

O Parque das Aves, em Foz do Iguaçu (PR), realiza no dia 15 de maio de 2026, das 9h às 16h, a exposição “Biodiversidade em crise: Como ajudar espécies ameaçadas?”. A ação integra a programação do Dia das Espécies Ameaçadas de Extinção e busca sensibilizar os visitantes sobre os impactos ambientais e sociais causados pela perda da biodiversidade.

“A exposição busca aproximar os visitantes da realidade das espécies ameaçadas e mostrar que a conservação depende de diferentes ações, tanto institucionais quanto individuais.”

Quando as pessoas compreendem os impactos da perda da biodiversidade e conhecem iniciativas que já estão sendo realizadas, elas passam a perceber que também podem contribuir para a proteção da Mata Atlântica”, destaca a supervisora pedagógica da Educação para Conservação do Parque das Aves, Gabriela Possato.

Sensibilização com impacto positivo

A ação expositiva apresentará informações sobre os principais fatores que ameaçam a fauna, como perda de habitat, fragmentação florestal e ações humanas, além de destacar iniciativas desenvolvidas pelo Parque das Aves para a conservação de espécies da Mata Atlântica. O público também poderá conhecer maneiras práticas de contribuir para a proteção da biodiversidade no dia a dia.

No Brasil, das mais de 620 espécies da fauna classificadas como ameaçadas de extinção, 380 ocorrem na Mata Atlântica, um dos biomas mais biodiversos do planeta e também um dos mais impactados pela ação humana. Nesse contexto, ações de sensibilização têm papel importante na ampliação do diálogo sobre conservação e na aproximação das pessoas com a realidade enfrentada pelas espécies ameaçadas.

Além de ampliar o acesso à informação, a ação reforça o papel do Parque das Aves como instituição voltada à conservação, educação e conscientização ambiental, promovendo experiências que conectam os visitantes com a biodiversidade brasileira e com os desafios enfrentados pelas espécies ameaçadas.

A atividade também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente ao ODS 4 – Educação de Qualidade, ao ODS 14 – Vida na Água e ao ODS 15 – Vida Terrestre, reforçando a importância da conservação dos ecossistemas e da promoção de conhecimento sobre biodiversidade.

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Resgate, cuidado e educação sustentam a conservação da Mata Atlântica

Grande parte dos animais sob cuidados humanos no Parque das Aves tem origem em resgates realizados por órgãos ambientais, após situações como tráfico, maus-tratos ou perda de habitat. Ao chegarem ao Parque, esses animais passam a receber acompanhamento especializado, manejo adequado e ambientes planejados para garantir bem-estar e qualidade de vida. Esse cuidado diário se conecta a programas de conservação, reprodução e cooperação científica, que contribuem diretamente para a proteção de espécies ameaçadas da Mata Atlântica.

Ao longo da visita, esse trabalho é compartilhado com o público por meio das ações de Educação para Conservação, com mediadores presentes na trilha, sempre preparados para dialogar, despertar curiosidade e encantar visitantes de todas as idades, além das placas informativas, que proporcionam uma imersão informativa ao passeio. Mais do que um atrativo turístico, o Parque atua como um centro vivo de conservação, onde cada experiência contribui para a continuidade das ações de cuidado e proteção da biodiversidade. “Nosso propósito é conectar pessoas à Mata Atlântica de forma tão profunda que elas se tornem parceiras na conservação”, Gabriela Possato, supervisora pedagógica de Educação para Conservação do Parque das Aves.

Sobre o Parque das Aves

O Parque das Aves, que possui um centro de conservação focado em espécies da Mata Atlântica e atua no acolhimento de animais resgatados, é o atrativo mais visitado do Paraná depois das Cataratas e completou 31 anos de atuação em 2025. Como instituição privada, os visitantes promovem a continuidade do trabalho do atrativo por meio da visita ao Parque, do consumo nos restaurantes do Complexo Gastronômico (Restaurante Sabores da Floresta, Bistrô da Mata e Café da Praça) e das compras na Loja de souvenirs.


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