Terceira Margem
A professora Renata Campos está com a página “Terceira Margem” no instagram que traz análise de gestão pública e das atividades econômicas que cruzam a tríplice fronteira. “A logística de uma cidade de fronteira não é apenas transporte. É fluxo econômico, circulação internacional, competitividade territorial”.
“Em cidades como Foz do Iguaçu, os corredores de carga conectam mercados, portos, indústrias e cadeias produtivas que ultrapassam fronteiras nacionais. Quando a logística funciona, a cidade se integra ao sistema econômico. Quando falha, o território perde tempo, dinheiro e oportunidades. A logística não aparece no cotidiano do cidadão, mas sustenta grande parte da vida econômica da cidade”, avalia.
Yasmin no PT
A filiação da vereadora Yasmin Hachem no PT causou certo estresse na colega de bancada Valentina Rocha – pré-candidata à deputada estadual do PT. A ficha de Yasmin foi abonada pela ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) – pré-candidata ao Senado – e pelo deputado Zeca Dirceu (PT) – pré-candidato ao quinto mandato na Câmara dos Deputados.
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O deputado Arilson Chiorato – presidente estadual do PT e pré-candidato ao legislativo federal – e principal dobrada de Valentina se ausentou da filiação. O receio de Valentina é que Yasmin se entusiasme e dispute a Assembleia Legislativa em 4 de outubro.
Acabou não fondo
O prefeito Silva e Luna disse ao Portal Guarda Volume que permanece no PL, “Permaneço no partido, onde atualmente exerço a presidência em Foz do Iguaçu”. Silva e Luna também ressaltou a relação institucional com o governo do Paraná, mencionando a presença do governador Ratinho Junior no município e as ações desenvolvidas em parceria. Silva e Luna fará campanha para Flávio Bolsonaro (PL) e espera voltar à direção da Itaipu Binacional.
Braços abertos
O deputado Requião Filho, pré-candidato ao governo do Estado, disse neste sábado (28) que o partido está “de braços abertos” para o presidente Lula (PT) no Paraná. “O outro lado, a outra opção, não cuida de gente, não cuida de pessoas. O outro lado é o fim da democracia e o PDT é um partido democrático”, disse Requião Filho no encontro regional de lideranças políticas que reuniu mais de 400 pessoas em Foz do Iguaçu.
Quilombola
Por decreto, o presidente Lula (PT) declarou de interesse social, para fins de desapropriação, os imóveis rurais com domínio válido e abrangidos pelo território quilombola Varzeão, localizados em Doutor Ulysses e Sengés, com área de 6.593, reconhecida e declarada pela portaria nº 226, de 14 de novembro de 2023, do Incra. O instituto está autorizado a executar a desapropriação.
Sem pagar, não joga
A pré-candidatura de Cristina Graeml começa a travar antes mesmo de ganhar tração. O motivo é direto: contas desaprovadas no TRE-PR e uma dívida de R$ 179 mil ainda em aberto. Sem quitar, o risco é objetivo — ficar fora da disputa. No xadrez partidário, o cenário também não ajuda. Enquanto Sérgio Moro já garantiu espaço no PL, Graeml segue no União Brasil, cada vez mais isolada. E, mesmo que migrasse, o PL já tem fila: Deltan Dallagnol e Filipe Barros são pré-candidatos ao Senado.
Na busca do PSB
A ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) – deputada e pré-candidata do PT ao Senado – aponta uma conjuntura política favorável ao campo da centro-esquerda no Paraná que já conta com os partidos da Federação Brasil Esperança (PT, PV e PCdoB), PDT e Psol e busca resolver a adesão do PSB à frente que tem o deputado Requião Filho (PDT), pré-candidato ao governo do Estado nas eleições de outubro. “Sinto que o nosso pessoal está muito animado. Hoje, já estamos com PT, PCdoB, PV, PDT, Psol. Estamos conversando também com o PSB para uma frente de partidos”, disse Gleisi neste sábado (28) no encontro que reuniu mais de 400 lideranças regionais em Foz do Iguaçu.
Não fez nada
O deputado Fernando Giacobo abriu fogo contra Sergio Moro e levou a disputa interna do PL para o campo aberto. Giacobo disse que Moro “não fez nada pelo Paraná” em três anos e acusou o senador de distorcer fatos e sustentar “falácias”. Também aproveitou para rebater a narrativa sobre sua saída do partido — segundo ele, não houve expulsão, mas decisão própria diante de um ambiente “contaminado pelo ego”. O deputado questiona a trajetória política do senador, lembra a tentativa de candidatura por São Paulo e reforça o argumento de falta de vínculo com o Estado.
Tem culpa, eu?
O governo Silva e Luna (PL) admitiu ao TCE uma irregularidade básica: pagar depois de gastar, sem empenho prévio. Na prática, médicos atendem e esperam meses para receber — cerca de 100 profissionais atingidos, muitos via PJ. A prefeitura fala em falha operacional. O Sindicato dos Médicos vê problema estrutural e cobra concurso. O caso segue em análise no tribunal, que pode determinar a correção imediata do modelo e eventual responsabilização dos gestores.
Agora é oficial
O TSE aprovou a criação da federação União Progressista (UB+PP). Com o registro, os dois partidos passam a atuar como uma única força eleitoral. É a quinta federação validada pela Justiça Eleitoral — e entra no jogo já com regra clara: duração mínima de quatro anos, sem espaço para saída antecipada sem penalidades. Na prática, a federação amarra alianças, organiza o jogo partidário e já projeta impacto direto na montagem das chapas e nas estratégias para 2026.
Lula é o novo
O deputado Zeca Dirceu (PT) convocou os militantes da Frente Brasil Esperança (PT, PCdoB e PV), do PDT, Psol, Rede e de outras forças políticas para uma mobilização permanente em defesa do governo do presidente Lula (PT) e dos avanços esperados pelos brasileiros nos próximos quatro anos. “Não há mais nada de novo no mundo do que Lula para as mudanças e os avanços que o país espera e precisa”, disse Zeca Dirceu no encontro com mais de 400 lideranças políticas do oeste em Foz do Iguaçu. “O presidente Lula tem pedido que a gente faça a luta política de forma permanente e constante. Nas redes sociais, ruas, sindicatos, nas igrejas, escolas, associações, nos movimentos sociais, ambientes e lugares de convivência e compartilhamento”, completou.
Cadê as provas?
A 2ª Vara da Fazenda Pública de Foz do Iguaçu negou novo prazo à prefeitura e reforçou o ponto central do caso: o município não comprovou os motivos para retirar o livro English After School das escolas. Na decisão, o juiz Wendel Fernando Brunieri destaca que a administração teve quase um ano para apresentar os fundamentos do ato e não cumpriu o ônus da prova. A ação, movida pelo Sindicato dos Professores, questiona o recolhimento de cerca de sete mil livros usados no ensino de inglês. O material ficou fora das salas por semanas, após determinação da Secretaria de Educação baseada em suposta inadequação de conteúdo, sem parecer pedagógico formal.
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