Candidato a deputado estadual pelo PDT construiu sua trajetória em Foz do Iguaçu entre a música, a produção cultural, a organização comunitária e a defesa de políticas voltadas à redução das desigualdades
Mais de três décadas de atuação na cultura de Foz do Iguaçu estão na base da trajetória política de Giovani Benites Fagundes, que disputa uma vaga de deputado estadual pelo PDT, com o número 12.666. A história do candidato, segundo as informações de sua campanha, começou ainda no início dos anos 1990, ligada ao movimento punk e à cena underground da cidade.
Em 1990, Giovani participou da organização de seu primeiro show, realizado no auditório da Escola Monsenhor Guilherme. O evento reuniu as bandas The Face, Morthal, Desordem em Regresso, Chá de Lírio e Bloqueio Mental. A experiência marcou o início de uma trajetória que, ao longo dos anos, passaria pela produção de eventos, organização de artistas e articulação de movimentos culturais.
De acordo com o material apresentado pelo candidato, Giovani esteve envolvido na organização de mais de 200 shows, contribuindo para a movimentação da cena de rock, punk e cultura underground em Foz do Iguaçu e na região.
Mais de 30 anos depois dos primeiros eventos, a produção cultural continua ocupando espaço central em sua atuação. Entre as iniciativas que coordena ou das quais participa estão eventos como Megarock, Rock Sem Fronteiras, Festival Balaio de Gato e Festival de Cultura, além de uma agenda permanente relacionada ao rock e à produção independente.
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A trajetória também se estendeu para espaços de participação institucional e comunitária. Atualmente, segundo as informações fornecidas pela campanha, Giovani atua como secretário do PDT, conselheiro de Cultura, coordenador do Coletivo Underground, coordenador regional do Make Music Brasil e coordenador do Movimento Cultural Darci Ribeiro. Também trabalha como produtor cultural e de eventos, é associado do ITAI, participa da Feira JK e é vocalista da banda Reação Química.
Cultura como instrumento de transformação
A experiência acumulada no meio cultural é apresentada por Giovani como uma das principais bases de sua atuação pública. A proposta defendida pelo candidato parte da compreensão de que a cultura não se limita à realização de eventos, mas pode funcionar como instrumento de inclusão, participação social e criação de oportunidades.
Essa visão acompanha a trajetória iniciada no movimento underground dos anos 1990, quando a organização de shows e a articulação entre bandas ajudaram a criar espaços para artistas e públicos que, muitas vezes, estavam fora dos circuitos culturais tradicionais.
Na campanha, Giovani associa essa experiência à defesa de uma sociedade com mais igualdade e oportunidades, mantendo a cultura como uma das principais bandeiras de sua atuação política.
Mais de 30 anos de atuação
Da participação no grupo punk Garotos do Subúrbio à produção cultural e à atividade partidária, Giovani Benites Fagundes construiu sua trajetória em diferentes frentes da vida cultural e comunitária de Foz do Iguaçu.
Agora, ao colocar seu nome na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná, leva para o debate eleitoral uma experiência construída ao longo de mais de 30 anos de envolvimento com música, eventos, movimentos culturais e organização comunitária.
Entre as bandeiras apresentadas pelo candidato está a defesa da cultura como direito e como ferramenta de transformação social, com a ampliação do acesso a oportunidades e espaços de participação para diferentes segmentos da sociedade.
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